\n'; document.write(barra); } } changePage();
| < Retorna... | A
"prenda"... ...brincando
de "cabra-cega" com duas noviças "muito à vontade", à beira da
cachoeira nas imediações do convento, um fato interessante aconteceu. Era a sua vez de
achar a "prenda" - sua calcinha - e ela foi vendada. Ao seu lado as meninas a
incentivavam gritando se ela estava "quente" ou "fria". Sua peça
íntima fora colocada propositadamente sôbre uma pedra bem acima do nível da água e
teria ela que escalar algumas outras rochas para conseguir cumprir seu objetivo. De
repente, as duas colegas se afastaram propositalmente deixando-a sozinha e nua tateando as
pedras. - Vamos - dizia ela - dêem-me uma
dica. Ludmira sentiu-se ao mesmo tempo
curiosa e excitada, não houve mais diálogo, aquela mão forte baixou sua cabeça e sua
boca foi levada nervosamente ao encontro do que, pareceu-lhe pelo toque, ser um enorme e
quente cacête. Que "mastro"! - pensou, sua boca mal podia abocanhar a
"cabeça" daquele falo! Sugou com sofreguidão o que pode dele e sentiu sua
buceta latejar só de imaginar aquilo tudo dentro dela. Sua satisfação foi maior quando
percebeu que seu desejo estava a caminho de realizar-se. Devagar, sentiu o rapaz
baixando-se, o cacête, com o gesto, escapulindo-se de suas mãos e de sua boca sôfrega,
até senti-lo passando por de baixo de suas pernas. Foi quando sentiu que lhe abocanhavam
a buceta por debaixo dágua, ficou louca! Sentia seu critóris sendo sugado como
suculenta fruta da qual não se queria perder uma gota de sumo que fosse. Ludmira estava
tesa na água, parecia-lhe que explodiria se não recebesse logo aquele mastro formidável
em sua entranhas. De repente sentiu que o rapaz, num gesto de tesão arrebatada,
enfiava-lhe a língua pela vagina adentro mexendo-a num desvario alucinado. Sentia-se
desfalecer! Finalmente sentiu aquela lingua alucinada se retirando, deixando-lhe um enorme
vazio e uma sensação de desespero. Sua buceta já pulsava de tesão e da agonia daquele
vazio, quando sentiu sobre ela a pressão de algo enorme, quente, arredondado, forçando
entrada. Iria finalmente receber a prenda tão desejada. Foi quase chorando, que sentiu a pressão se exercendo sobre sua buceta. Procurou relaxar, para facilitar a penetração, a dor aguda e intensa misturando-se com um tesão e um prazer inomináveis aumentada a cada centímetro em que avançava aquele membro formidável! Sentiu sua buceta formigar de dor e, num último alento, ajudou a abrí-la com suas próprias mãos forçando de ambos os lados. Finalmente sentiu o "croc" do rompimento e aquilo tudo deslizou para dentro dela chegando a avolumar seu ventre. Era como se estivesse parindo de fora pra dentro, os contornos de seu cu chegando a juntar-se com os de sua buceta diante de tamanha pressão. Devagar, aos poucos, e depois num crescendo, o vai-vem alucinado daquele falo monstruoso foi arrebatando-a, deixando-a enlouquecida e fora de si. O tesão era enorme e a curiosidade de Ludmira quanto a identidade de seu possuidor aumentava. Já estava quase explodindo em gozo quando, num impulso, retirou a venda roçando a cabeça de propósito no ombro do rapaz. A primeira visão que teve foi de uma vasta cabeleira loira que ia até o ombro do moço. A segunda, quase de relance, foi uma marca no pescoço logo abaixo e atrás da orelha esquerda, uma marca que logo identificou ser igual a que viu quando foi levada para o interior da nave. Uma espécie de logotipo estava no teto da sala, quando foi amarrada à mesa, e também nas portas. Seria ele um deles? Ficou, por um momento, sem ação. Foi o quanto bastou para que ele se desse conta da venda retirada. No ato parou com seus movimentos e forçou a cabeça da moça para dentro dágua, o enorme cacête desprendendo-se com ruído de sua buceta...
|
Ludmira, the alien hunter
Ludmira, the alien hunter |